O que é a Nova Economia?

Diversidade, Tecnologia, Diferencial são pontos importantes da Nova Economia, conforme explicou Diego Barreto, CFO e VIP do iFood, a um grupo de pessoas durante apresentação na Agência Solis, seguindo todas as restrições devido a pandemia da Covid-19. A apresentação, que ocorreu na última semana, foi transmitida ao vivo pelo Instagram  e Youtube da agência.

O uberabense Diego Barreto é autor do livro Nova Economia, que foi campeão de vendas e já está em sua 3ª edição. O executivo tem MBA pelo IMD (Suíça), é especialista em finanças pela Fipecafi/USP e também bacharel em direito pela PUC-SP. Foi executivo da AES, OAS, Suzano e Ingresso Rádio. É mentor de mais de 30 startups em diferentes países.

Ao divulgar o livro, Barreto propõe uma reflexão sobre a necessidade de mudança em empresas tradicionais com foco no desenvolvimento.  O executivo explicou que o Brasil vem chegando atrasado nestas mudanças e que isso se explica por questões culturais enraizadas no país. No entanto, algumas mudanças já estão sendo vistas e dando resultados. O executivo lembra que a tecnologia tem o potencial de redesenhar negócios e isso tem sido aproveitado por diversas empresas.

“Você olha alguns anos para trás, vai ver iFood, Nubank e Buscapé, entre outras, que surgiram do nada. Isso aconteceu porque algo mudou. O processo de globalização começou na década de 80, mas só chegou ao Brasil por volta dos anos 90. E este foi um fator. O segundo fator foi a massificação de tecnologia, pois a globalização permitiu isso. E foi só aí que o resultado apareceu. O iFood, por exemplo, hoje vale mais de 20 bilhões e este ano vai fazer 1  bilhão de entregas. Olhe o Magalu. Usou a tecnologia e isto fez o diferencial”, destacou.

“A empresa que não atua dentro das questões de LGBTQIA+ é da velha economia. As empresas modernas hoje enxergam isso e estão se posicionando”.

Além do fator tecnológico, Barreto lembra ainda da necessidade de se apresentar diferenciais, que conquistem o consumidor. Outro ponto é a questão da diversidade. “Vejam como grandes marcas se posicionam em relação à diversidade, trabalham a questão da LBGTQIA+. Quem não faz isso é da velha economia. É papel das empresas estarem atentas a estas questões. Antigamente os homossexuais não apareciam. As empresas modernas enxergam isso, procuram entender e, por isso, grandes empresas estão se posicionando. É a lógica do consumidor. Ninguém sabe quem está do outro lado. E aí, vamos continuar fazendo como antigamente?”, desafiou o executivo, lembrando ainda que é preciso que as empresas escutem o cliente.

Para Barreto, não há como saber quem está do outro lado, pois hoje a tecnologia informa o que o cliente quer e a empresa faz.

“A Nova Economia exige uma busca de atributos diferentes, capacidade de aprendizado e compreensão de comportamento”, diz Barreto

O executivo também é um defensor da capacitação contínua. Ele lembra que antigamente havia a restrição ao que era fisicamente possível. Mas agora não é assim, já que existem plataformas que possibilitam uma diversidade de conhecimento, que potencializam a capacidade de gerar ideias e transformá-las em algo real.

Ele também avaliou que o Brasil ainda é tradicional na questão educacional, pois algumas empresas ainda querem candidatos oriundos de uma boa universidade. “Quero alguém com comportamento diferenciado. O que adianta um imbecil oriundo de uma boa faculdade? Questões comportamentais são importantíssimas. Busque a lógica de teste e resultado”, destacou.

O termo Nova Economia vem sendo usado para citar indústrias de base tecnológica com altas taxas de crescimento, consideradas pioneiras em processos de maior produtividade e importantes para o desenvolvimento econômico. Mas para o executivo Diego Barreto o conceito vai além, pois trata-se de uma tendência que reúne empresas tradicionais e startups em ecossistemas, permitindo uma nova fase de desenvolvimento.

Citando como exemplo, um setor que pode se beneficiar da Nova Economia e que tem muito a ver com Uberaba, Barreto citou o agronegócio. “Ninguém lá fora faz o que fazemos aqui, quando pensamos no agronegócio, mas o Brasil nunca utilizou isso. É importante que os empresários trabalhem com as possibilidades e facilidades proporcionadas pelos meios disponíveis e que atendam seu negócio. A vantagem competitiva pode ser desenvolvida pela própria empresa”, disse.

O papo com Diego Barreto está disponível no youtube da Agência Solis.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Solis já está inserida na Nova Economia

Os diferenciais, posicionamentos, inovação tecnologia e capacitação continua tem colocado a Agência Solis, como uma referência dentro do segmento publicitário. Na última semana, ao sediar o “Papo com Diego Barreto”, autor do livro Nova Economia, CFO e VIP do iFood, a agência demonstra que novos territórios estão sendo explorados e os diferenciais da agência estão cada dia mais evidenciados.

Segundo Fábio Lacerda, publicitário e diretor da agência, a empresa vem se transformando. “Buscamos capacitação contínua de toda a equipe, reestruturamos fisicamente, tivemos melhorias tecnológicas e estamos avançando nos diferenciais e posicionamento. Sabemos do nosso compromisso com nossos clientes, sabemos escutá-los e atendê-los com que há de melhor no mercado e isso faz toda a diferença”, afirmou.

O diretor lembra ainda que a Solis, além do já reconhecido trabalho de marketing, é expert na promoção de feiras e eventos, como o ocorrido na última semana, e o Solis Talk.

O publicitário Tiago Fonseca, também diretor da agência, reforça o compromisso da empresa com esta “nova economia”.   Para ele, a empresa está no caminho certo e atingindo seus objetivos. “Apostamos no novo, evoluímos. Só assim teríamos condições de permanecer no mercado. Não há mais espaço para quem não avança, diversifica, interage, escuta o cliente e atende suas necessidades. A Solis faz parte da Nova Economia e orientamos nossos clientes pelo mesmo caminho”, finalizou.

 

Compartilhe suas ideias.